quinta-feira, janeiro 22, 2004
O INFERNO AO PARAÍSO
A Revista FOCUS de 30 de Dezembro de 2003 inseria um artigo em que nos presenteava com um conjunto de nomes de pessoas ligadas à Igreja Católica.
Para que todos as conheçam aqui vão os seus nomes:
António Pinheiro Torres, deputado do PSD; António Guterres, Cavaco Silva; Fausto da Silva; Jardim Gonçalves, banqueiro; Mota Amaral, Presidente da Assembleia da República; Paulo Teixeira Pinto; Bagão Félix; Maria José Nogueira Pinto; Maria Barroso; Freitas do Amaral; Rui Machete; Arlindo Cunha; Narana Coissoró; Braga da Cruz; Paulo Portas; Sousa Franco; Guilherme d’Oliveira Martins; Marcelo Rebelo de Sousa; Luís Nobre Guedes; Roberto Carneiro e João César das Neves.
Muitos são assumidamente da Opus Dei, organização reaccionária ligada à Igreja.
Governantes destes: NÃO, OBRIGADO!
Pergunto? O que é que este «braço» da Igreja tem feito pelo país? Respondo: Nada, mas muito por si e para os seus amigos.
Alguns dizem-se católicos progressistas. Acreditemos! Mas o grande contingente mantém uma postura político-ideológica conservadora e mesmo reaccionária e que apenas têm como propósito a exploração do povo, o qual, ignorante a segue como carneiros.
Não colocamos em causa as suas convicções religiosas, fruto da sua educação, embora os preceitos ético-cristãos - mais concretamente católicos -, que tanto apregoam não tenham correspondência na prática social.
Constate-se a acção dos ministros deste (des) governo para evidenciar até onde chega o seu cinismo e a sua hipocrisia. A maior parte das leis promulgadas representam um retrocesso social, um autêntico terrorismo social contra os trabalhadores. Um recuo aos primórdios da revolução social do século XVIII e XIX com o seu cortejo de miséria e de exploração.
E, mais uma vez se comprova, como sempre ao longo da História, que jamais houve uma Igreja dos pobres, mas sempre a Igreja dos ricos e dos poderosos. Ela é um grande aparelho político-religioso do qual debita o discurso da resignação, do apelo à manutenção dos explorados no seu devido lugar na sociedade.
Explorados que por vezes esquecem-se de acatar estes preceitos!
Primeiro o inferno na Terra, depois o Reino dos Céus!
A dita mensagem de Jesus terá algo a ver com estas práticas?
Duas mensagens de Jesus:
«Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!».
«É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Deus»? (Mc. 10, 23 e 25).
O MENTIROSO BUSH
Paul O’Nell, antigo Secretário do Tesouro, de Bush, no livro que acaba de publicar «O Preço da Liberdade» afirma que aquele começou a planear a invasão do Iraque e o derrube de Saddam antes do 11 de Setembro.
E acrescenta algo que todos sabiam: as armas de destruição maciça foram apenas um pretexto.
E, agora, digam lá quem é o terrorista!
GREVE DE 23 DE JANEIRO DE 2004
Contra a política desde (des)governo é fundamental, é prioritário que todos os trabalhadores adiram à GREVE de amanhã.
Mais, a luta deve prosseguir até ao seu derrube.
Encontramo-nos perante um verdadeiro terrorismo social contra os trabalhadores.
A economia do país afunda-se com as políticas económico-financeiras prosseguidas que apenas têm como objectivo a acumulação de capital por parte de um núcleo reduzido de empresas e famílias com total desprezo para com a aflitiva situação de centenas de milhares de famílias.
Toda a política deve ser fortemente contestada até com um levantamento social do país contra estas medidas.
E continuamos a ouvir da parte de comentadores a soldo deste (des)governo que o chamado ajustamento continuará em 2004 à custa de subida do desemprego.
A LUTA CONTINUA!
A Revista FOCUS de 30 de Dezembro de 2003 inseria um artigo em que nos presenteava com um conjunto de nomes de pessoas ligadas à Igreja Católica.
Para que todos as conheçam aqui vão os seus nomes:
António Pinheiro Torres, deputado do PSD; António Guterres, Cavaco Silva; Fausto da Silva; Jardim Gonçalves, banqueiro; Mota Amaral, Presidente da Assembleia da República; Paulo Teixeira Pinto; Bagão Félix; Maria José Nogueira Pinto; Maria Barroso; Freitas do Amaral; Rui Machete; Arlindo Cunha; Narana Coissoró; Braga da Cruz; Paulo Portas; Sousa Franco; Guilherme d’Oliveira Martins; Marcelo Rebelo de Sousa; Luís Nobre Guedes; Roberto Carneiro e João César das Neves.
Muitos são assumidamente da Opus Dei, organização reaccionária ligada à Igreja.
Governantes destes: NÃO, OBRIGADO!
Pergunto? O que é que este «braço» da Igreja tem feito pelo país? Respondo: Nada, mas muito por si e para os seus amigos.
Alguns dizem-se católicos progressistas. Acreditemos! Mas o grande contingente mantém uma postura político-ideológica conservadora e mesmo reaccionária e que apenas têm como propósito a exploração do povo, o qual, ignorante a segue como carneiros.
Não colocamos em causa as suas convicções religiosas, fruto da sua educação, embora os preceitos ético-cristãos - mais concretamente católicos -, que tanto apregoam não tenham correspondência na prática social.
Constate-se a acção dos ministros deste (des) governo para evidenciar até onde chega o seu cinismo e a sua hipocrisia. A maior parte das leis promulgadas representam um retrocesso social, um autêntico terrorismo social contra os trabalhadores. Um recuo aos primórdios da revolução social do século XVIII e XIX com o seu cortejo de miséria e de exploração.
E, mais uma vez se comprova, como sempre ao longo da História, que jamais houve uma Igreja dos pobres, mas sempre a Igreja dos ricos e dos poderosos. Ela é um grande aparelho político-religioso do qual debita o discurso da resignação, do apelo à manutenção dos explorados no seu devido lugar na sociedade.
Explorados que por vezes esquecem-se de acatar estes preceitos!
Primeiro o inferno na Terra, depois o Reino dos Céus!
A dita mensagem de Jesus terá algo a ver com estas práticas?
Duas mensagens de Jesus:
«Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!».
«É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Deus»? (Mc. 10, 23 e 25).
O MENTIROSO BUSH
Paul O’Nell, antigo Secretário do Tesouro, de Bush, no livro que acaba de publicar «O Preço da Liberdade» afirma que aquele começou a planear a invasão do Iraque e o derrube de Saddam antes do 11 de Setembro.
E acrescenta algo que todos sabiam: as armas de destruição maciça foram apenas um pretexto.
E, agora, digam lá quem é o terrorista!
GREVE DE 23 DE JANEIRO DE 2004
Contra a política desde (des)governo é fundamental, é prioritário que todos os trabalhadores adiram à GREVE de amanhã.
Mais, a luta deve prosseguir até ao seu derrube.
Encontramo-nos perante um verdadeiro terrorismo social contra os trabalhadores.
A economia do país afunda-se com as políticas económico-financeiras prosseguidas que apenas têm como objectivo a acumulação de capital por parte de um núcleo reduzido de empresas e famílias com total desprezo para com a aflitiva situação de centenas de milhares de famílias.
Toda a política deve ser fortemente contestada até com um levantamento social do país contra estas medidas.
E continuamos a ouvir da parte de comentadores a soldo deste (des)governo que o chamado ajustamento continuará em 2004 à custa de subida do desemprego.
A LUTA CONTINUA!