domingo, abril 04, 2004
IRAQUE: os ataques da resistência contra as tropas de ocupação têm continuado e com tendência para se intensificarem.
Durante os últimos anos este país atravessou, para além do regime de Saddam Hussein, a guerra contra o Irão, aliás, guerra apoiada por aqueles que agora o invadiram, a invasão do Koweit, a Tempestade do Deserto (1990), o embargo decretado pela ONU que matou centenas de milhares de pessoas de todas as idades e sexos e, finalmente, a 2.ª guerra do Golfo que conduziria ao derrube daquele ditador, mas já amicíssimo de muitos países ocidentais. O Iraque mergulhou na noite dos tempos. Os seus tesouros arqueológicos vindos das épocas mais remotas da História foram saqueados, destruídos e contrabandeados por pessoas e por instituições.
A incapacidade americana para administrar o país é completamente manifesta.
TERRORISMO: a fobia, a paranóia, a esquizofrenia do atentado após os acontecimentos de Madrid espalhou-se pela Europa. À sua sombra implementa-se medidas securitárias sem qualquer sentido, mas que satisfazem as forças de direita mais reaccionárias e fascistas.
Combate-se o epifenómeno, mas não as suas causas que se encontram na brutal exploração a que são submetidos os povos pela arrogância neoliberal, o fascismo da nossa época.
O problema palestiniano não é resolvido, pelo contrário, agrava-se, em consequência, da política de terrorismo de Estado por parte de Israel - com o apoio declarado dos EUA e da União Europeia -, e do criminoso de guerra Ariel Sharon
ESPANHA: a mentira e a manipulação desencadeado pelo PP do neofranquista Aznar, ao querer atribuir à ETA o atentado de Madrid, terá sido uma das razões que conduziu à sua derrota nas eleições de 11 de Março. Ganhou o PSOE. Haverá grandes alterações no conjunto da sociedade espanhola? Desenganem-se os ingénuos! O PSOE, como o PS português, para já não falar no reaccionário PSD, está rendido às sereias do neoliberalismo e nada de substancial será alterado. O estilo poderá ser diferente, mas o conteúdo é o mesmo.
PORTUGAL: aqui continua a política reaccionária e anti-social do governo PSD/CDS.
Em relação ao Iraque, Durão Barroso, foi a dama de honor que recebeu os chefes terroristas Bush, Blair e Aznar nos Açores, na chamada cimeira de guerra. Não foi a guerra, sem qualquer justificação, que matou milhares de pessoas no Iraque? Onde estão as armas de destruição massiva? Devemos exigir que Durão mostre as provas que diz ter visto sobre aquelas armas.
O desemprego cresce, os cortes na saúde, educação e outras áreas sociais apenas revertem para a grande corja do patronato português ao qual o Estado está ao serviço.
Em todos estes serviços desencadeia-se uma política de perseguição aos trabalhadores com imposições completamente fascistas.
Ferreira Leite rouba aos pobres para encher a barriga aos ricos, com a vergonhosa desculpa do equilíbrio orçamental.
Este governo conduz uma verdadeira política de terrorismo social.
Os órgãos de comunicação social estão cada vez mais amordaçados, lembrando os temos negros do fascismo. A grande parte dos jornalistas são escribas do actual (des)governo.
NÃO NOS CALEMOS E EXIJAMOS A DEMISSÃO DO GOVERNO.
Durante os últimos anos este país atravessou, para além do regime de Saddam Hussein, a guerra contra o Irão, aliás, guerra apoiada por aqueles que agora o invadiram, a invasão do Koweit, a Tempestade do Deserto (1990), o embargo decretado pela ONU que matou centenas de milhares de pessoas de todas as idades e sexos e, finalmente, a 2.ª guerra do Golfo que conduziria ao derrube daquele ditador, mas já amicíssimo de muitos países ocidentais. O Iraque mergulhou na noite dos tempos. Os seus tesouros arqueológicos vindos das épocas mais remotas da História foram saqueados, destruídos e contrabandeados por pessoas e por instituições.
A incapacidade americana para administrar o país é completamente manifesta.
TERRORISMO: a fobia, a paranóia, a esquizofrenia do atentado após os acontecimentos de Madrid espalhou-se pela Europa. À sua sombra implementa-se medidas securitárias sem qualquer sentido, mas que satisfazem as forças de direita mais reaccionárias e fascistas.
Combate-se o epifenómeno, mas não as suas causas que se encontram na brutal exploração a que são submetidos os povos pela arrogância neoliberal, o fascismo da nossa época.
O problema palestiniano não é resolvido, pelo contrário, agrava-se, em consequência, da política de terrorismo de Estado por parte de Israel - com o apoio declarado dos EUA e da União Europeia -, e do criminoso de guerra Ariel Sharon
ESPANHA: a mentira e a manipulação desencadeado pelo PP do neofranquista Aznar, ao querer atribuir à ETA o atentado de Madrid, terá sido uma das razões que conduziu à sua derrota nas eleições de 11 de Março. Ganhou o PSOE. Haverá grandes alterações no conjunto da sociedade espanhola? Desenganem-se os ingénuos! O PSOE, como o PS português, para já não falar no reaccionário PSD, está rendido às sereias do neoliberalismo e nada de substancial será alterado. O estilo poderá ser diferente, mas o conteúdo é o mesmo.
PORTUGAL: aqui continua a política reaccionária e anti-social do governo PSD/CDS.
Em relação ao Iraque, Durão Barroso, foi a dama de honor que recebeu os chefes terroristas Bush, Blair e Aznar nos Açores, na chamada cimeira de guerra. Não foi a guerra, sem qualquer justificação, que matou milhares de pessoas no Iraque? Onde estão as armas de destruição massiva? Devemos exigir que Durão mostre as provas que diz ter visto sobre aquelas armas.
O desemprego cresce, os cortes na saúde, educação e outras áreas sociais apenas revertem para a grande corja do patronato português ao qual o Estado está ao serviço.
Em todos estes serviços desencadeia-se uma política de perseguição aos trabalhadores com imposições completamente fascistas.
Ferreira Leite rouba aos pobres para encher a barriga aos ricos, com a vergonhosa desculpa do equilíbrio orçamental.
Este governo conduz uma verdadeira política de terrorismo social.
Os órgãos de comunicação social estão cada vez mais amordaçados, lembrando os temos negros do fascismo. A grande parte dos jornalistas são escribas do actual (des)governo.
NÃO NOS CALEMOS E EXIJAMOS A DEMISSÃO DO GOVERNO.